Depois de conversar com tantas pessoas sobre a Alma no caixão e falar sobre os vários problemas que ainda temos que resolver, eu finalnte encerro u dia ficando sentado na cama com uma garrafa de bebida de sangue divino nas mãos, uma garrafa com capacidade para conter um oceano.
"Esse foi um longo dia..." (eu)
Suspiro
Eu estava cansado, ntal e fisicante cansado, mas mais que tudo, eu estava emocionalnte exausto.
"Pai, por que se esforça tanto?" (Lilith)
"Crescer é ter responsabilidades, existem pessoas que contam comigo e prossas que devem ser cumpridas." (eu)
"Qual o sentido de continuar? Guerra de longe é um dos lhores para cuidar deste universo, não sinto vontade de ir contra eles." (Lilith)
"Seu Conceito é conflito, mas até onde entendo, eles não coçam muitas guerras por conta própria e não são cruéis sem razão." (eu)
"Exatante, deixe tudo com eles, vamos atrás daqueles que realnte recem nossa ateno." (Lilith)
"Como quem...?" (eu)
"Como a mulher na prisão, aquela Ascendente fez coisas horríveis, deveríamos cortar sua carne com a sensibilidade auntada 100 vezes, desgarrar seus órgãos e dá-los para ela cor, torturar sua nte com os smos experintos que ela fez outros sofrerem..." (Lilith)
"Pode parar por aí, eu já entendi, então dessa vez foi crueldade..." (eu)
Eu olho para o lado da minha cama onde minha doce e maníaca filha estava com aquele sorriso sádico falando atrocidades que poderiam apavorar qualquer um que escutar, mas acontece que Lilith não seguiu para deixar nosso universo, seria impossível ela estar aqui.
Essa era outra ilusão, eu temia exatante isso, eu ainda estou alucinado, mas dessa vez foi diferente, não foi sobre aquela mulher, então o tipo de obsessão havia mudado, antes era algo geral afetando os alvos de maior obsessão de cada um, já agora foi diferente, era pura crueldade e simboliza isso com o indivíduo mais cruel que conheço.
"Quando que coçou...?" (eu)
Eu deixo a falsa Lilith falar sem parar seus métodos de tortura, infeliznte ela realnte parece muito minha filha, alguém sádica e cruel com qualquer um que considere recedor de tornto.
Cocei a pensar no dia e foi fácil ver os sinais, sussurros que escutei, voltou nos cantos do olho que ignorei, presenças fracas ao redor e várias outras coisas.
Eu sabia a razão disso, era um do que eu tinha, mas não havia o que fazer a respeito, essa energia dentro de mim estava atentando de dentro para fora, mas era muito mais fraco comparado ao que senti antes e mais sutil.
"(Espero que isso não dure muito...)" (eu)
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Os próximos 2 dias foram intensos, não pude descansar verdadeirante, durante o dia via ilusões e alucinaes tanto visuais como também sonoras.
Vi desde minhas esposas nuas ao u redor com rosto corado até os gritos de terror dos us filhos, vi o mundo se despedaçar e vi u corpo sendo torturado.
As alucinaes eram muito realistas, mas não poderiam enganar, era difícil ver e ouvir tudo isso, até u sentido do tempo estava sendo afetado.
Tentei isolar quando percebi o que estava acontecendo, fiquei no u quarto sem sair e falei para ninguém incomodar, eu precisava terminar de refinar esta energia para acabar com isso.
Eu não poderia dormir, não havia o que fazer sobre isso, uma vez Ibuki veio ver e quando olhei para seu rosto vi feridas, podridão e ossos, um rosto irreconhecível.
Eu estava triste em ver isso smo sabendo que estava alucinado, então pedi para Ibuki não procurar até tudo terminar.
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2 dias depois.
Eu estava sentado com as pernas cruzadas ditando, sem nada para fazer, sem conseguir ver ou conversar com ninguém e sem conseguir sair desta sala, não havia mais nada para fazer além de suportar essas alucinaes assim como essa energia tentando xer com minha nte.
Pensando em tudo isso recorri ao básico, voltei a ditar, limpando minha nte e acalmando minhas emoes, isso foi incrivelnte efetivo e graças a isso acelerei o processo para refinar essa energia afetando nos u corpo, com isso us ferintos coçaram a se recuperar mais rápido.
Depois desses 2 dias a energia finalnte dói toda refinada, minha nte já não estava sendo afetada como antes, u corpo também estava completante em forma, mas minha nte estava exausta como poucas vezes no passado, minha Alma também estava desgastada com tudo isso.
concentro em u interior, vejo uma joia similar a um diante, era verde escura e parecia conter algo se movendo dentro, eu atravesso a mão no peito e quando puxo para fora já estava segurando aquela joia do tamanho do u punho, era possível sentir o poder do Conceito nesta joia.
"Obsessão, um Conceito tão abrangente... mas ainda assim uma ramificao da loucura que também é uma ramificao do Caos..." (eu)
"Finalnte acabou..." (eu)
"stre..." (Hinata)
"..." (eu)
De repente Hinata aparece de dentro de mim e trás nós braços o cristal contendo a silhueta de um feto feito, eu lembro dela mostrar isso antes, mas eu realnte queria acreditar que isso era falso.
"Hinata... encontrou..." (Hinata)
"(Não parece vivo, nem smo parece um Conceito como o cristal em minhas mãos.)" (eu)
"Obrigado..." (eu)
Eu guardo o feto e o cristal antes de acariciar a cabeça de Hinata que não demonstra nenhuma emoo em seu rosto.
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Já se passaram várias horas desde que acabei de refinar aquela coisa e vim dar uma olhada em como todos estão indo, o que foi um grande erro já que surgiu uma grande quantidade de trabalho para fazer, relatórios para escutar e também pessoas para conhecer.
Naquela noite voltei quase arrastando para o quarto onde lancei na cama planejando dormir um pouco.
"Senhor, por que se esforça tanto?" (Samara)
"Nunca consegui ficar parado vendo trabalho por terminar." (eu)
Samara veio até mim ajudando a levantar, mas não fiquei feliz com isso, ela estava com uma pilha de papéis em suas mãos.
"Qual o problema da vez?" (eu)
"Nada que não possa ser resolvido depois, o senhor precisa descansar e a Senhora Diana aaçou dizendo que arrancaria u braço se não for capaz de fazê-lo dormir." (Samara)
"Ela com certeza faria isso." (eu)
Eu deito na cama e Samara cobre, minha nte não conseguiu descansar desde a batalha, eu realnte preciso de um descanso, não consegui nem smo dormir nos últimos 3 dias.
"Boa noite, u senhor..." (Samara)
"(Finalnte, cama... doce cama...)" (eu)
Sentindo a maciez da cama e o agradável que era o cobertor, não precisou muito para fazer minhas pálpebras terem o peso de montanhas, smo que não precise dormir como um Deus, está ainda é uma excelente maneira de descansar a nte.
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Quando abri os olhos vi um oceano de estrelas como um espelho dgua abaixo servindo de chão enquanto acima milhões de planetas distantes poderiam ser vistos com suas próprias individualidades.
Eu andava com cada passo formando apenas uma leve ondulao que não se espalhava, minha nte estava leve e u corao estava calmo, smo assim senti guiado em certa direo onde vi algo flutuando no mar de estrelas.
Estava despedaçado e irradiando uma energia tão lantável, minhas mãos se moveram sozinhas recolhendo os pedaços um de cada vez antes de montar novante como se fosse um quebra-cabeça.
O que se mostrou no final era uma imagem que parecia se mover sozinha, era uma mulher de costas com as mãos tentando alcançar os céus estrelados enquanto aos seus pés estavam ossos sem fim, a figura da mulher era pequena em io a insidão demonstrando uma solidão fria e desoladora.
Foi quando percebi que ainda faltava algo, faltava um pequeno fragnto que na verdade estava bem na frente da mão da mulher como se não fossem as estrelas que ela tentava alcançar e sim o que faltava daquele fragnto faltante.
Eu nem precisei olhar muito, perto do u pé um fragnto que se parecia a uma lasca minúscula, o que estava naquele fragnto era uma criança enrolada em um manto.
Assim que coloquei esse fragnto no lugar, todos os fragntos antes separados se juntam em apenas uma peça e a imagem se move, a mulher casas usando as estrelas ao seu redor com suas mãos agarrando a criança em seus braços enquanto se vira, seu rosto escondido por seus cabelos que refletem as estrelas enquanto lágrimas de sangue escorrem de seu rosto caindo nos ossos abaixo fazendo que uma floresta surge da desolao de ossos.
Em seus braços a criança era agarrada como o maior dos tesouros e seus lábios sorriam para a mulher com uma inocência que contrasta com a tristeza da mulher.
"Bem e mal se invertem... certo e errado representam a sma visão... todas as coisas sem complentam... que uma mulher encontre calor ao abraçar seu filho... que uma criança encontre conforto nos braços de sua mãe..." (eu)
De repente algo surge em minha nte, uma poesia que escrevi em minha vida passada em um trabalho de escola, eu nem lembrava sobre isso até agora e de repente aquelas palavras naquela folha de papel amassado se tornaram tão claras em minha nte que falei sem pensar.
Minhas palavras soaram e foi como se a mulher pudesse escutar, sua cabeça se virou para mim, ela se curvou para mim e uma Runa se formou acima dela, nela estava o significado de ’Celestial’ enquanto as lágrimas de sangue da mulher se tornavam douradas e o quadro que havia montado afundava entre as estrelas deixando andando mais uma vez sem rumo.
Eu estava sonhando, minha nte vagava sem parar e de repente chamas surgem queimando os planetas acima e perturbando u sonho quando uma presença hostil surge acima.
"Quem incomoda u sono...!" (eu)
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